Denúncia do golpe: ministros abandonam 'juridiquês' e usam votos para rebater narrativas políticas e das redes

Ministro Luiz Fux traduziu: 'Aqui temos que falar mais fácil para a sociedade entender'. A sessão desta quarta que transformou o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete em reús consolidou uma tendência que vem marcando os grandes julgamentos do Supremo, transmitidos em rede nacional. O juridiquês está dando lugar a discursos mais claros, firmes e com frases de efeito – o que facilita o entendimento de quem assiste e não exige conhecimento técnico para conseguir entender.

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Quem é Olivia Rodrigo e como será o show no Lollapalooza?

Cantora americana de pop rock é headliner do festival em São Paulo nesta sexta-feira (29). Olivia Rodrigo canta no programa americano 'Today Show'

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Desesperado após se tornar réu, Bolsonaro reclama de urnas e Lula

Bolsonaro adotou tom de campanha, mesmo inelegível, e fez uma retrospectiva do governo dele

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Por unanimidade, Bolsonaro vira réu por tentativa de golpe de Estado na Primeira Turma do STF

Também se tornaram réus 7 aliados e assessores do ex-presidente. Por unanimidade, Bolsonaro vira réu por tentativa de golpe de Estado na Primeira Turma do STF Também se tornaram réus 7 aliados e assessores do ex-presidente. Por unanimidade, a Primeira Turma do STF decidiu tornar Bolsonaro e mais 7 réus por tentativa de golpe de Estado. Relator, Alexandre de Moraes deu um longo voto e afirmou que denúncia deixa claro que Bolsonaro liderou organização criminosa. Confira os principais trechos. Depois, os ministros Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia e Cristiano Zanin acompanharam o relator. Placar final foi 5 a 0 para aceitar a denúncia. O que acontece agora com Bolsonaro e seus aliados? Veja os próximos passos. 'Ditadura mata', 'nenhuma bíblia é vista' e mais trechos marcantes do julgamento

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Bolsonaro réu: julgamento teve embate de teses entre Cármen Lúcia e Fux após ministros sinalizarem dúvida

Ministro ainda antecipou revisão sobre tamanho de algumas penas e, embora tenha recebido a denúncia, disse que vai tratar das questões no curso do processo; fala de Cármen Lúcia foi lida como resposta a ele. A etapa final do julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sete aliados, agora réus por tentativa de golpe de Estado, teve um claro embate de teses entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux e Cármen Lúcia. Depois de participar da condenação de centenas de réus do 8 de janeiro, Fux externou dúvidas sobre o dispositivo legal durante fala sobre o ex-presidente.

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Vencedor do Oscar atacado por soldados de Israel comenta prisão

Hamdan Ballal relatou que os militares o espancaram com coronhadas de seus rifles do lado de fora de sua casa

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Gérard Depardieu afirma em julgamento que mão nas nádegas não é agressão sexual

Ator está em seu terceiro dia de julgamento sobre caso que envolve a denúncia de duas mulheres. Gérard Depardieu: júri em caso de acusação sexual segue em Paris

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Desinformação sobre tornozeleira fez Bolsonaro desistir de ir ao STF

Tornozeleira eletrônica não estava no radar e não está no radar, mas o ex-presidente acabou sendo convencido a não participar da sessão que o tornou réu por tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro faz pronunciamento após virar réu por tentativa de golpe de Estado

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Bolsonaro réu no STF em 10 pontos: veja o que disseram os ministros no julgamento da 1ª Turma

Foi unânime a decisão para aceitar a denúncia da PGR e abrir uma ação penal na Corte contra o ex-presidente e sete aliados por tentativa de golpe. Primeira Turma do STF torna réus Bolsonaro e sete aliados por tentativa de golpe

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Apesar da unanimidade, diferença de opinião de Fux sobre a tentativa de golpe surpreende

Ao votar por tornar Bolsonaro e aliados réus, ministro do STF demonstrou incômodo com dosimetria das penas e com ausência de ato executório. O ministro Luiz Fux durante julgamento da denúncia do golpe de Estado

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